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Sorry, We Are Like So Dead.



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Encerrado temporariamente
por "crise económica".

Cotonetes.



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01
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Acho artístico.



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I'm not the kind of feeling sorry for myself.
I stay home and I listen to the Belle and Sebastian.
Try to keep it simple as can be,
it works for them, should work for me.
(But what comes out is poor. And sometimes boring.) 
Mariana Ricardo

 
Mais do que de gente deprimida, gosto de gente que adora estar deprimida; e, mais do que adorar estar deprimida, adora mostrar ao mundo o quão deprimida está. Depois, num patamar mais elevado de adoração, a roçar o amor, gosto Bu-é, mas Bu-é do leite de canela e limão Hacendado.
Desgosto também particularmente do género de recanto cibernáutico (um blog, quiçá) que consiste em que se poste, insistente e - se possível - diariamente, pedaços puros de depressão, que, aparte estarem dactilografados - modernidade tantas vezes deixada ao desgoverno das mãos mais incautas, se apresentam do modo mais primitivo em que esta se pode exibir. Alguns exemplos: "Estou triste", "Estou perdido/a", "Não sei o que fazer da minha vida", "Foda-se", "Sinto-me cada vez pior", "Vou chorar". Deprimente. Ainda sou do tempo em que se deprimia na cama, em posição fetal; depois chegava a governanta do útero - a mãe, por assim dizer - e dizia: "CARALHO, outra vez a dormir?"; a seguir, para tornar tudo pior, ligava o aspirador. Uma situação que, transportada para a modernidade, ou melhor, para a Pós-Modernidade, equivale a estar-se absolutamente deprimido e, navegando pela web, dar de trombas com um excerto de Bernardo Soares, o Pai, a que não se resiste postar. Receio poder assim afirmar-se estarmos perante uma patologia bloguística, e fantasio com o dia em que, em cima de um palco, ostentando um t-shirt que diz "Fernandinho, vá ás putas, não me chateie" possa defender uma tese em que se estabelece uma relação de directa proporcionalidade entre a sintomática, exacerbada exibição de traços levianos de depressão e os níveis de pretensão à cena artística. Alguns exemplos de perturbações/patologias/situações patológicas altamente artísticas: a tal da depressão; bipolaridade, esquizofrenia, epilepsia daquela igual à do Ian Curtis, pulsos com atracção crónica por metais e objectivas, goela com atracção crónica por fármacos, ataques de pânico, claustrofobia, insónia, aquela doença em que crescem às pessoas tiras de fita-cola cruzadas sobre os lábios, anorexia da nervosa e, de um certo ponto de vista, a sífilis, muita em voga na cena artística parisiense do século XIX (ver rodapé do blog) é coisa para dar aso a umas cenas de performance corporal altamente artísticas. Se quiserem, sugiro-vos dois ou três sítios altamente artísticos a este nível em Lisboa, como o Viking, no Cais do Sodré, de onde, da última vez que lá estive, um amigo meu saiu com "Sida na boca", depois de um - digamos - belo "streep".
A minha profe da primária, que sempre foi uma grande vaca, ensinou-me que Nunca digas nunca. Apoiada na memória deste ensinamento e na crença - demasiadas vezes, evidência - de que Pode sempre ficar pior, não jurarei a pés juntos que este recanto jamais virá a padecer dessa patologia artístico-bloguística.
Se padecesse, postaria este vídeo, seguido do argumento:
Outros tipos de patologias bloguísticas: A minha.
Programar um vídeo e acabar com 30 linhas de chouriço enchido.

HOLY-DAYS.



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Let's Have a (heart)Break. 
Volta-se sei lá.

 





PREFÁCIO 
HOJE SINTO-ME METICULOSAMENTE ASSIM:
Nos dias tristes não se fala de aves.
Liga-se aos amigos e eles não estão
e depois pede-se lume na rua
como quem pede um coração novinho em folha. (...)

Nos dias tristes fala-se sozinho
e há sempre uma ave que pousa
no cimo das coisas
em vez de nos pousar no coração,
e não fala connosco.




* * * 


CAPÍTULO E POSFÁCIO
 VERSÃO INTEGRAL, DEFINITIVA, PÓSTUMA
 




* * *


NOTA FINAL DA AUTORA
« TUDO TEM DE DOER MIL ANOS, MIL VEZES 
Profundo pesar pelos que vagueiam longe, muito longe, da Verdade; 
Os mesmos por quem esperarei serena, muito serena; impávida;
até sempre e sem julgamento (um coma à superfície camuflando torrentes de sofreguidão).
Até lá, que vos doa Tudo.

 

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Slow Down Lady.



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ESTE BLOG ESTÁ OFICIALMENTE EM LUME-BRANDO.  

A MEIO-VAPOR. 

EM SLOW MOTION.

Brevemente...



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... Num blog perto de si.


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Enxurrada! .

Not Yet.



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Olá. Esta semana vou bordar por aqui.
Para a semana sim volto em peso ao Cotonetes e com nova etiqueta/rubrica. Chama-se As Frases segundo C.C. - ilustre conhecido, sempre disposto a perder belíssimas oportunidades para estar calado. 
"Olha p'ráquilo. Parece um cabeça-entre-os-ombros"

See You Soon.



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Nuestros Hermanos e a Floricultura.



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Uma coisa é certa: a gente estranha que faz pesquisas do género camisolas com capuz com malmequer em espanha, vem parar a este blogue.

Comunicado.



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ossêBa od odariv odot adna eugolb etse.

INCONTINêNCIA.



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| Isto está a conta-gotas. 

INFORMAÇÃO DA MAIS EXPRESSA IMPORTÂNCIA.



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ESTE BLOG NADA NADINHA INFLUENCIÁVEL DECIDIU NÃO FESTEJAR O SEU 1º ANIVERSÁRIO.

SLOW DOWN LADY.



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EM SLOW MOTION.
 
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OS VOYEURS.