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#2



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in Mad Men, de Matthew Weiner

Porque alguém faria algo assim?



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Mad Men (2010), de Matthew Weiner

Tenho Dito.



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The O.C.

Tenho Dito (têm-me dito).

Jean-Luc Godard & Anna Karina, 20 Ans Depuis.
(Procurei por isto durante 1000 anos, no mínimo!)



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Li acerca desta, como direi?, situação, pela primeira - e única - vez, numa daquelas pequenas edições que habitualmente acompanham as Colecções de filmes que volta e meia o Público decide lançar. Dessa feita, a colecção fazia-se intitular de algo como - perdoem-me a imprecisão, mas não a tenho aqui à mão para consulta - "Grandes Realizadores" e o livro que descrevia o incidente abaixo mencionado era  o que estava dedicado a Jean-Luc Godard (e respectiva obra, pois claro), e que acompanhava o DVD de Bande À Part, à venda nessa sexta-feira, com o jornal, por mais meia dúzia de trocos. À parte a narração contida nesse livro, e por mais que o tenha tentado, nunca consegui, à posteriori, encontrar relatos da situação, fosse onde fosse. Tal era a escassez de informação - menos que nada é, muitas vezes, impossível - que cheguei a pensar não se passar de uma cena off the record e/ou, muito provavelmente, um mero mito que circulava pelo meio. Mas não, eis a prova (~ 5:18", vídeo não visível através de leitores de feeds, como o Google Reader) : 








In an interview done decades after their 1967 divorce, in the midst of talking about their collaborations in the 1960’s that helped define the New Wave movement, the interviewer suddenly asked them (05:18"):
“Can one be happy again after having such an intense relationship?” 
In a rough translation, Anna Karina responds: “Yes, one can be happy, but in a different way.”
Godard essentially responds “No, I believe one can be much happier.” 
Anna Karina begins to tear up and excuses herself from the interview.


Anna Karina et Jean-Luc Godard se retrouvent sur le plateau de "Bains de Minuit" vingt ans après leur séparation. Au début de l'entretien, Anna est très gênée.Puis ils évoquent l'époque où ils travaillaient ensemble. Anna Karina, très émue, quitte finalement le plateau en plein interview. Jean-Luc Godard, gêné, finit en disant qu'il ne pleurera pas sur le plateau. L'entretien reprend ensuite, comme si rien ne s'était passé. Anna Karina parle de son dernier film "Cayenne Palace", d'Alain Maline et du prochain : "L'oeuvre au Noir", d'André Delvaux.


* * *

Numa entrevista feita décadas depois do seu divócio, em 1967, a meio de uma conversa acerca das colaborações que tiveram durante a década de 60, as quais ajudaram a definir o movimento Nouvelle Vague, o entrevistador pergunta-lhes (5:18"): "Pode alguém voltar a ser feliz depois de uma relação tão intensa?""Sim, pode ser-se feliz, mas de um modo diferente". Godard basicamente responde "Não, eu acredito que pode ser-se bastante mais feliz". Anna Karina começa  a chorar e pede desculpas enquanto abandona a entrevista. Numa tradução aproximada, Anna Karina responde:

Anna Karina e Jean-Luc Godard reencontram-se na plateia de "Bains de Minuit",  20 anos após a sua separação. No início da entrevista, Anna mostra-se bastante deconfortável. Depois, evocam-se os tempos em que os dois trabalharam em conjunto. Anna Karina, visivelmente emocionada, acaba por deixar o estúdio em plena entrevista. Jean-Luc Godard, embaraçado, acaba por dizer que não chorará perante uma plateia. A entrevista retoma rapidamente, como se nada se tivesse passado. Anna Karina fala do seu mais recente filme, "Cayenne Palace", d'Alain Maline e do proximo "L'Oeuvre Au Noir", dAndré Delvaux.




Se preferirem, também aqui, numa versão encurtada e legendada em italiano. 


De Superficies.



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O que me preocupa verdadeiramente n e s t a s entrevistas que Mário Crespo insiste em fazer, anualmente ou quase, a António Lobo Antunes nem é bem o ar altamente baboso do entrevistador ao ler passagens (e, diga-se de passagem, durante toda a restante entrevista), nem sequer a ronha ronha palavreada do costume do entrevistado, de ano para ano, mais crente da divindade da sua escrita (não sou eu, é um anjo), ou tampouco a nimiedade - a um triz da osbscenidade - de palmadinhas recíprocas nas costas de um, nas costas do outro; é mesmo tentar perceber se aquelas camisolas de malha e camisas azul-bebé são, ou não, as mesmas todos os anos.

Quem quer casar com o carochinho, que é airoso e formosinho? #2



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Só para avisar que o carocho (ver post anterior) estará na próxima edição do Câmara Clara a espalhar da magiiia. [ Aposto em como o convite vem muito na sequência da Oferta Pública de Aquisição (referido post anterior). E nem falo do disco. Esta Paula, não lhe escapa nenhuma. ]

Best Moment Câmara Clara.



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Sopinha: Isto sim é cultura, e da boa!

II. João César Monteiro.



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III. Luiz Pacheco - O Libertino.



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Excerto de 
"Luiz Pacheco - O Libertino"
 Documentário Biográfico, originalmente emitido pela RTP2, para ver na íntegra no Youtube dividido em 6 partes: 

Sim, andei a ver as Tardes da Júlia.



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Homem manda despejar camião de entulho em cima da vizinha. "Ele sempre gostou de meter o bedelho", afirma ela.

6ª à Noite.



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Alejandro Amenábar (The Others, Mar Adentro, Ágora...) vai estar hoje no 5 Para A Meia-Noite. É na RTP2, lá por volta da meia-noite e meia. À mesma hora na TVI têm sentimentos e na SIC é viver a vida.

Será que és um vampiro?



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Depois de ontem ter assistido à nova mini-série da TVI - Destino Imortal - essa pérola, pejada de vampirada ui e After Effects mas do mau, hoje de manhã, ao chegar à faculdade, olhei à volta e interroguei-me: Será que também sou um vampiro? Mas é que juro que foi logo nisto que pensei. (Conseguem pôr a Wallenstein a parecer que é má actriz. Está-se mesmo a ver que a escolheram porque já é suficientemente branca para passar por vampira e assim sempre dá p'ra poupar na maquilhagem).

AI.



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É o José Malhoa que canta o genérico do Dragon Ball não é?

SHUT UP I AM DREAMING.



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Manuela, Manuela, Manuela eu também não sou uma alforreca.

[ Entrevista de Manuela Moura Guedes à Notícias TV antes da suspensão do Jornal Nacional 6ª. Internem-na.]

" Como é que convive com as críticas da classe jornalística, que tem sido demolidora para si?
Não tenho grande apreço pela classe jornalística actualmente. É muito má.

Sente que é melhor do que a generalidade dos jornalistas?
Sinto que sou mais séria. Perdoem-me a imodéstia. 


Sim, isso eu sei. Mas acha que é legítimo terminar um pivô com a expressão "pois!" e os olhos arregalados ou dizer "é sempre a mesma história"?
Eu não digo "é sempre a mesma história". Tento contextualizar a informação. Procuro que o meu pivô tenha mais informação, recordando coisas que já aconteceram, procuro relacionar as coisas. E admito que possa ter lá um bocadinho do que eu penso."

SICRANO.



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Os Contemporâneos
o vox pop que encerrou o episódio de ontem também conhecido como
o arruinar da carreira de Bruno Nogueira.

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OS VOYEURS.