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UM MUNDO CATITA.



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UM MUNDO CATITA - 4º Episódio. Data original de exibição: 14 de Dezembro.

UM MUNDO CATITA.



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A propósito, os episódios de Um Mundo Catita podem ser vizualizados
em Alta Definição na localização abaixo.

UM MUNDO CATITA - 3º EPISÓDIO.



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Esqueci-me de postar o 3º episódio da mini-série Um Mundo Catita, o que, neste caso poder-se-á considerar crime, uma vez que é aquele que conseguiu ser o único até agora a corresponder completamente às expectativas que mantinha para este pedaço de cinema televisivo. É um ponto assente que desde o início da série que advogo que tem uma realização e direcção de fotografia puramente sublimes. O ponto menos bom estará, quanto a mim, no argumento que, nos dois primeiros episódios me pareceu um pouco fraco, mas que neste 3º episódio deu aso a situações bem estruturadas e bastante criativas que me convenceram plenamente. Destaques para a cena no restaurante entre Manuel João Vieira e o noivo da sua dentista, para a cena de águias de morte no Estádio da Luz e a bem-disposta música das Chordettes - Mr. Sandman - a abrir o episódio.
UM MUNDO CATITA - 3º episódio data original de exibição : 7 de Dezembro

TRUE BLOOD / TRU BLOOD.



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Parece que a nova série de Alan Ball (o mesmo criador de Six Feet Under e American Beauty - argumento) embora não tenha chegado ainda à televisão portuguesa, ficando-se pela HBO, sua casa-mãe, não tem andado a provocar alvoroço só em mim. A 1ª série de True Blood, que encontra intérprete para a personagem principal (Soookie Stackhouse) numa enjoativa Anna Paquin (se bem que lá para o fim da temporada o fenómeno tenha felizmente uma certa tendência para se deixar apaziguar) terminou há bem pouco tempo de ser exibida no estados unidos e faz-se munir de uma forte estratégia de marketing. Há cartazes, claro está, mas que partido político, recepção ao caloiro ou bailarico provinciano os não tem? True Blood parte de uma série de oito livros iniciada em 2001 e chamada The Southern Vampire Mysteries, tendo como autor Charlaine Harris, que tal como a série assim recriou, conta a história de uma mulher de 25 anos de poderes telepáticos que se envolve com um vampiro bem catita e que serve à mesa na fictícia povoação de Bon Temps no Louisiana, que, para mal da sua habitual pacatez é abrangida pela aprovação de uma lei que permite a co-habitação e , se possível, convivência de humanos e de vampiros, que vendo aprovada a lei e criado lá prós lados do Japão um sangue sintético vendido em qualquer supermercado como se de uma cerveja se tratasse, sentem liberdade de sociabilização. Há inclusivé bares de vampiros, imagine-se, onde os humanos também podem acessar (sob risco de não mais voltar, sublinhe-se). A juntar à homofobia e ao racismo, os vampiros passam a estar no centro de um novo preconceito; surgem os prós e os contras; os debates; os envolvimentos sexuais e/ou amorosos com humanos, as brigas, os tumultos, as mortes pois. Voltando então ao marketing: por se querer fazer desta ficção o mais credível possível foram criados dois sites norte-americanos concorrentes, respeitantes a cada uma das posições relativamente à nova lei que a série retrata, a American Vampire League a favor das gentes de caninos longos e a Fellowship Of the Sun, contra, não fosse a estrela solar a eterna e destrutiva inimiga de todo drácula. Criou-se ainda um site para promover o inexistente sangue sintético, o Tru Blood. Por cá, pra meu espanto, começou a circular um spot televisivo insólito - o da Associação de Vampiros pela Cidadania e não achei nada mais conveniente à fase vampiresca que atravesso (diz o meu irmão que todos nós passamos por ela alguma vez na vida). Terá isto que ver com o True Blood? Não fazemos ideia. Talvez seja mais uma peça do marketing em vésperas da chegada da série à nossas transmissões televisivas - muito provavelmente - aliás basta reparar na tag trueblood que acompanha o vídeo que dá o mote no youtube. Por outro lado, tratando-se efectivamente de estratégia marketing parece-me demasiadamente pouco trabalhada, ou bem menos que as propostas dos EUA. Não fazemos ideia. Sabemos sim que ninguém como Alan Ball filma o preconceito, quebra os tabus, desembrulha clichés, e mais uma vez o mostra sem no entanto atingir o patamar alcançado por Sete Palmos de Terra. Digo isto ciente do meu hábito para tanto mais adorar uma série (ou outro pedaço cinematográfico) quanto mais possível seja este - Six Feet Under é tão possível que chega a parecer facílissimo e dificílimo ao mesmo tempo. True Blood não está mal e aguardo a 2ª temporada, embora crente de que poderia adorá-la um pouco mais não fosse aquele desenxabido erro de casting (não se via nada tão irritante desde o Almost Famous, onde, por acaso a Anna Paquin também participa e note-se que nem estava a referir-me a ela em concreto). Mas não deixemos isso invalidar todos os restantes esforços e vitórias. Por exemplo, o seu belíssimo e viciante genérico, a colocar na estante bem aconchegado pelo de Six Feet Under.
Associação de Vampiros Pela Cidadania.

Genérico True Blood:
God Hates Fangs.
I Wanna Do Bad Things With You.

MUNDO CATITA - 2 º EPISÓDIO



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UM MUNDO CATITA - 2º EPISÓDIO data original de exibição: 30 de Novembro, RTP2 (contém uma recriação de O Sétimo Selo, de Ingmar Bergman)

O HOMEM MAIS ALTO DO MUNDO



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Espera espera lá... diz aqui que Bruno Nogueira se estreou em Anjo Selvagem, e caso restem dúvidas acerca de que Anjo Selvagem seria (como se os dois anos e piques de exibição daquilo não chegassem para nos vincar devidamente o nome e a miúda de t-shirt amarela a correr pelo prado à memória) mais se acrescenta que foi na TVI. Eu via sempre depois de chegar da primária. Acho que era antes ou depois do Batatoon e estou com dificuldade em situar o Bruno no enredo. Não há nada como o youtube.

UM MUNDO CATITA.



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Depois de já terem sido exibidos o making-of e o 1º episódio chega hoje ao ecrã o 2º dos 6 episódios que completam a mini-série de Filipe Melo e João Leitão - Um Mundo Catita - inspirado nas aventuras biográficas e/ou ficcionadas de Manuel João Vieira e sua trupe. É hoje na RTP2 às 23:40. Ficam então aqui o making-of e o 1º episódio. Eu bem que digo que não é preciso escola nenhuma de cinema para se fazerem umas coisas.

MAKING-OF data original de exibição: 16 de Novembro
1º EPISÓDIO data original de exibição: 23 de Novembro

É HOJE!



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VAI HOJE PARA O AR O 1º EPISÓDIO DE 'UM MUNDO CATITA'. NO DOMINGO PASSADO FOI EXIBIDO O MAKING-OF DESTA MINI-SÉRIE. HOJE, NA RTP2, DEPOIS DAS 23:40H. Vai ser bonito! SITE

COMO SE NÃO BASTASSE A INFELIZ MAS PREVISÍVEL ESCOLHA DE EXIBIR AQUILO QUE SERÁ UM DOS MAIS BAIXOS MOMENTOS DA SUA FILMOGRAFIA,



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A TVI DÁ-SE AINDA À OUSADIA DE LHE ESCREVER O NOME ASSIM: MARYL STREEP.
P.S. Este post podia perfeitamente voltar a chamar-se 'Eu & a Implicância'.

HÁ UMA MIÚDA, NOS MORANGOS COM AÇÚCAR, QUE É REBELDE, QUE TEM UM LAÇO TATUADO NO ESTERNO.



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E depois, há aqueles que dizem 'Metrix' como quem diz Foda-se.

O MAKING-OF.
ACABADINHA DE CHEGAR DO MEU PRIMEIRO CONTACTO COM
'UM MUNDO CATITA'
SÓ TENHO UMA COISA A DIZER:



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Uma mini-série ou o que quer que seja que recrie 'O Gabinete do Doutor Caligari' e Bergman para dar corpo às aventuras oníricas (se bem que ficcionadas) de Manuel João Vieira só podia ser algo de profundamente inovador, o que é, à partida, bom. E vejam, que se fazem algum favor é a vós mesmos (e ficaria bem dizer que a ninguém mais, o que seria mentir).

A MINHA MÃE HÀ BOCADO AO VER BRUNO NOGUEIRA NA TV:
"CREDO, ELE DEVE TER SIDA"



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É HOJE!



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É HOJE QUE CHEGA PELA 1ª VEZ AOS ECRÃS A MINI-SÉRIE MUNDO CATITA, DE FILIPE MELO. HOJE SERÁ EXIBIDO O MAKING-OF DA SÉRIE, SENDO QUE O 1º EPISÓDIO VAI PARA O AR NO PRÓXIMO DOMINGO (23), ÀS MESMA HORA. É NA RTP2, HOJE A PARTIR DAS 23:40H. "UM MUNDO CATITA é uma série de seis episódios inspirada no mundo e nas personagens inventadas por Manuel João Vieira, mas também nos grandes sucessos dos últimos anos da HBO americana. Não é exagero dizer-se que nunca se fez nada assim em Portugal: ao contrário do que é habitual com os programas de humoristas, esta série não apresenta gags ou quadros sucessivos, mas, ao longo dos seus seis episódios, UM MUNDO CATITA conta uma história. A história de um cantor boémio e falido (protagonizado por Manuel João Vieira) que se apaixona pela sua bela dentista, que por sua vez está noiva de um jovem executivo bem sucedido. São as venturas e desventuras deste intrépido apaixonado que seguiremos ao longo dos episódios de UM MUNDO CATITA. Com um excelente nível de produção e bastante… picante, UM MUNDO CATITA explora um tipo de humor que se oferece a dois níveis de leitura – o burlesco e o non-sense. A partir do personagem criado por Manuel João Vieira para o grupo Irmãos Catita, mas também inspirada nas lições colhidas de séries como "Seinfeld", “Oz”, “Os Sopranos”, “Sete Palmos de Terra”, “Deadwood” e “Curb Your Enthusiasm”, entre muitas outras, UM MUNDO CATITA é um caso inédito da ficção em Portugal." in RTP
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E IMEDIATAMENTE ANTES, A EMISSÃO DE HOJE DO CÂMARA CLARA: "O espanhol Andrés Amorós, o convidado deste Câmara Clara, conheceu pessoalmente Ernest Hemingway, Orson Welles, Lauren Bacall, Marcel Marceau, Julio Cortázar, Vargas LLosa, Dominguín entre muitas outras lendas do nosso tempo. Catedrático de literatura, ex-director da Fundação Juan March e da Companhia Nacional de Teatro Clássico, autor de mais de 150 livros, entre ensaio, ficção e tauromaquia, Andrés Amorós vem sustentar a tese de Garcia Lorca quando dizia: "A tourada é o espectáculo mais culto do mundo". Uma emissão que lhe traz a história de Joaquim Paulo, o melómano português responsável por um dos mais recentes sucessos da editora Taschen."

CÂMARA CLARA - HOJE.



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"Em 1913, imediatamente antes do início da 1ª Guerra Mundial, o mundo vive um pico criativo que tem, até hoje, algo de misterioso: Marcel Duchamp faz o seu primeiro ready made; aparece o primeiro quadrado preto sobre fundo branco na pintura de Malevitch; Picasso começa a fazer colagens. Neste vórtice planetário, Portugal esteve incrivelmente à frente sem o saber: Luís de Freitas Branco compõe Vathek, a peça mais vanguardista da música erudita mundial; Mário de Sá-Carneiro publica A Confissão de Lúcio; Amadeo de Souza-Cardoso faz, possivelmente, os primeiros quadros abstractos do mundo e Fernando Pessoa inventa os heterónimos. O que é que explica esta convergência de genialidade? O que é que sobrou deste cúmulo criador? O novíssimo Dicionário de Fernando Pessoa e do Modernismo Português faz o levantamento deste período, seguindo a pista da vida e obra do poeta, numa emissão em que se mostra o que está Portugal em risco de perder na próxima quinta-feira, no leilão público, internacionalmente publicitado, de parte do espólio de Fernando Pessoa."
Vou para a sala. A correr!

DIA DOS MORTOS



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No CÂMARA CLARA de hoje,a morte vem à baila.

HÁ 10 ANOS.



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2.outubro.1925 - 26.outubro.1998

"Baixo a vidraça mas, ouvindo através dela a balbúrdia da rua, preparo-me para uma noite difícil. Enquanto não adormecer vou pensar certamente no tema «Toda a festa é uma demonstração de poder», e daí sairá um caudal de lembranças nocturnas – Regedor, política, cosmonautas, amor, coisas boas. De raciocínio em raciocínio irei longe, darei voltas para chegar a casa do Engenheiro conquistada pelas lagartixas, que são para mim, o tempo (português) da História. Ficarei um instante parado, à sombra. Descerei o vale por cima de uma cama de fetos, aproximando-me em sonhos da lagoa, com as suas águas tristes, sua solidão, seus segredos... até que ao primeiro tiro da madrugada se levantarão os patos de asa crespa numa esfera de som e de poalha de luz."

JOSÉ CARDOSO PIRES, in O Delfim, 15.ª edição, Lisboa, Publicações Dom Quixote, 1997

JOSÉ CARDOSO PIRES é o pretexto-maior do Câmara Clara de hoje, numa emissão que contará, de entre outros, com o cineasta Fernando Lopes, que levou até aos ecrãs a obra da qual transcrevo acima um excerto - O Delfim.

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Se é verdade que a crew d'Os Contemporâneos se queixa das baixas audiências numa incompreensão que compartilho, também é verdade que o regresso dos Gato Fedorento ainda não nos trouxe de volta nenhum momento verdadeiramente notável - não sei se da efectiva perda de rendimento do colectivo, se da minha incapacidade de reconhecimento, se de um maldito síndrome de comparação surgido aquando da estreia d'Os Contemporâneos na tê-vê e que experimentei para descobrir que afinal prefiro indubitavelmente os últimos - também é verdade que não vale a pena dar tão grande destaque a essa nova vaga de tipos que acham que têm a piada toda quando existe uma instituição que, de uma forma tão espontânea, continua a fazer do melhor humor já sentido:
«Louvado sejas, ó Magalhães» é o nome do sketche dos Gato Fedorento que bateu o recorde de queixas na Entidade Reguladora para a Comunicação Social. Segundo fonte da ERC confirmou ao PortugalDiário, chegaram até ao momento «quase 70» reclamações de católicos descontentes com a associação da missa ao computador. in IOL DIÁRIO

"BONS PIRATAS"



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NOVELAS



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JORGE MOURINHA
O que explica também em grande parte o êxito das novelas da TVI é uma coisa chamada hábito. Que o mesmo é dizer: a pessoa liga o televisor e sabe que, naquele canal, àquela hora, vai ter um programa de que gosta ou que lhe interessa. Sabe que às seis ou às sete tem os Morangos com Açúcar, depois o noticiário, depois uma novela, depois outra, depois outra; tal como o espectador da RTP sabe que às sete tem o Preço Certo e o concurso do Malato a seguir ao jantar.
Isto é irónico porque todos nos recordamos das “guerras da contra-programação” em que os canais privados mudavam a programação no próprio dia para ganharem a vantagem das audiências — e agora a TVI vive de um bloco non-stop de novelas entre as seis da tarde e a meia-noite no qual não mexe nem por mais uma e que arrasa toda e qualquer concorrência, excepto o futebol. Mas é assim que se ganham as batalhas das audiências: criando hábitos. Não se conseguem de um momento para o outro mas, uma vez criados, são muito difíceis de desfazer — e é precisamente aí que a TVI leva neste momento vantagem: quem a vê sabe o que esperar e não sai decepcionado.

CLAIRE'S ARTWORK.



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Isto é Claire Fisher. Isto é Six Feet Under. Isto é o trabalho artístico-plástico de uma equipa meticulosamente seleccionada pela HBO, para ornamentar o universo arty da personagem trazida aos ecrãs por obra e graça de Allan Ball.
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OS VOYEURS.