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GOSTO. ÀS VEZES.



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Sob pressão não consigomas descobri
O Melhor Blog Do Universo.

O QUE JÁ SABÍAMOS.



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Sex, Lies And... Photoshop. Para ver aqui.

" ATÉ OS CÃEZINHOS GOSTAM "



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Nova Campanha Publicitária
Durex 
Pela Agência Nova-Iorquina Superfad 
[ Via SOUND + VISON ]

SUMMER SUCKS.



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Ainda que o sol de Inverno seja, de longe, o melhor em todo o ano, em nada assimilável ao horror que é o de Verão, este Ente Lectual é que a sabe toda:
 
LINÓLEO
Chegou o bom tempo. Atrasados mentais de todas as formas e feitios começam a sair das tocas. Já não hibernam. As esplanadas enchem e a casa ganha aquele cheiro que o linóleo liberta com o calor. Também se pode dar o caso de não ter nada a ver com o linóleo, não sei, percebo tanto de pavimentos quanto de aviões. Se me disserem que este chão é de granito, eu acredito. O que me interessa agora é partilhar convosco esta minha amargura, esta infinita tristeza de ver o Inverno a acabar. A época de gajos como eu terminou e só volta depois de uma travessia à qual poucos da nossa espécie resistem; durante os próximos 6 meses, não resta nada senão - eis a altura de citar o poeta (sempre quis dizer isto) - lágrimas que vêm tarde e uma noite à volta, uma noite em que nunca chega o alvor da madrugada. Outra forma de dizer: ver a felicidade dos outros. Era isto, todos aqueles que tenham vidas pessoais sintam-se livres de prosseguir. Eu fico aqui e juro, juro que não fico melindrado.

QUIZ.



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QUE GÉNIO LOUCO ÉS? DIZ QUE SOU: 

CAMILLE CLAUDEL
   
 
Fazer aqui seguindo o conselho daqui.

A BELA DA PUBLICIDADE.



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Campanha Publicitária da Santa Casa da Misericórdia (Doação de Órgãos).
 Devidamente recordada pelo Melhor Amigo.

OS QUAIS? OS QUAIS.



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Ando completa e estúpidamente viciada numa extraordinária cantiga
d' Os Quais - o pintor mais o escritor - chamada Um Bife No Chiado e que, segundo sei, só se pode ouvir aqui ou em Meio Disco, que dizem ter aterrado lá prós lados da FNAC, há coisa de pouco tempo. Vamos comer carne. 

Não me olhes assim,
Vamos comer carne mas com nomes falsos
Vamos p'lo jardim pisar obras de arte mas com pés descalços Vamos fugir hoje
Vamos ler teatro
Anda ver se chove
Fumar um cigarro
Calçada do Combro
Vou morder-te o ombro
Não me olhes assim.

Ser fora-da-lei mas seguindo à risca belas convenções
Sei que nada sei mas quem não arrisca seca corações
Vem pôr fogo a tudo que a cidade arde
Vem pisar o mundo somos bando À parte
Em pleno Chiado, será que é pecado? Vamos comer carne.

AINDA NAS NOTÍCIAS, DIZ ASSIM:



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02.02.2009 | Arte & Design |

Fnac mostra

espólio fotográfico

de Stanley Kubrick

Abre hoje, dia 2, na Fnac do Mar Shopping, em Matosinhos, uma mostra fotográfica sobre a carreira de Stanley Kubrick. Ordenada cronologicamente, esta exposição apresenta uma série de fotografias de rodagens de filmes, seleccionadas do livro The Stanley Kubrick Archives, uma obra inteiramente dedicada ao trabalho do cineasta, editada por Alison Castle e publicada pela Taschen.
O livro resulta de uma pesquisa do gigantesco espólio que Kubrick possuía na sua casa em St. Albans, Hertfordshire, no Reino Unido. Alison Castle descreve que «foram dois anos de viagens através do tempo e do espaço até se chegar ao centro do universo de Stanley Kubrick». Uma boa oportunidade para, depois da exposição sobre Fellini (agora no Funchal), conhecer o trabalho de mais uma das referências do cinema do século XX.

PIN-UPS.



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Foram um dos primeiros apelos daquilo a que chamamos hoje "cultura de massa" ou "cultura pop" e têm grande responsabilidade sobre o modo como as mulheres se começaram a ver a si mesmas após os anos 40, embora vinte anos antes tenha sido o reflexo directo de uma época onde nunca antes se puderam ver tantas pernas nuas. No primeiro caso, as donas de casa descobriam que era possível posar para uma foto sem ter a alegre companhia de um fogão novinho ao fundo e, no segundo, era a explosão do furor depois de anos de crise.
Mas as imagens de mulheres com sentido erotizado têm as suas raízes um pouco antes das crises de 1919, que varreram o dinheiro de muitos bolsos de forma parecida ao que vemos acontecer hoje. No início do século XX, a tensão que reprimia as sensualidades do ocidente de modo radical (por exemplo, recomendavam-se cintos de castidade) começou a dar frutos, ou seja, uma sociedade sexualmente pervertida nascia. Fotos de moças nuas eram escondidas no armário enquanto os pulp fictions eram devorados por cenas de bondage e defuntas despidas.
O fenómeno, como o conhecemos hoje, tomou forma durante e, muito mais, depois da Segunda Guerra Mundial. Nos pós-guerra, artistas como Elvgren assinavam desenhos de mulheres em revistas, dividindo espaço com as fotografias: o que era para nunca ser mostrado em público descobria seu lugar no mundo, e como arte! Em pouco tempo, a aceitação de toda sociedade estava ganha. As mulheres descobriam uma fonte de informação porque, como as pin-ups eram as mulheres como os homens desejavam, logo elas descobriram como usar os trejeitos em proveito próprio, “contra” os homens. O vestuário modificou-se. Cintas-liga e grandes peitos viraram o que era o tornozelo nos anos 30: puro delírio.
Embora as origens das pin-ups guardem um fundo bastante obscuro, o que se viu naquele momento foi um tratamento dos desenhos como uma fonte sacana de humor e até de inocência, por isso as imagens foram abraçadas da forma que foram pela Revista Playboy; aquilo tinha tudo a ver com a linha editorial. Das páginas da Playboy, foi para a psique dos americanos, principalmente das elites. Sophia Loren e Marilyn Monroe eram quase personificações místicas. No Brasil havia a Vera Fisher com 18 anos e nua no cartaz do filme Superfêmea, desenhada por Benício.
Então veio o ostracismo. O advento da alta costura, da fotografia de moda e das modelos magrérrimas, as pin-ups perderam o sentido. Além do mais, mulheres em poses para agradar e sendo escravizadas por sutiãs de enchimento nada tinha a ver com a revolução social que acontecia. As mocinhas perderam o sentido que tinham e se tornaram peças machistas.
De repente, estão de volta. As mulheres continuam querer ser muito magras como dita a indústria e a tal vida saudável, mas relaxaram na sobriedade, equilibram as modalidades de poder em busca de uma feminilidade plena. Mais uma vez, mulheres semi-nuas, segurando sorvetes fálicos gigantes, de cintura fina e sorriso de quem não quer nada enquanto provoca tudo estão aqui para nos ensinar alguma coisa meio fascinante e meio depravada. A tendência retro apoia-se nos anos de ouro das pin-ups influenciando diretamente um mundo que se pensava demasiadamente material, demasiadamente sério.
VIA OBVIOUS.

IC-19



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Parecia que tinha caminhado distraidamente para o centro de uma instalação uma escultura de chapa retorcida e flashbacks sanguíneos choque em cadeia - 5 mortos, 20 feridos graves, dois ligeiros- Depois do road rage é ridículo o desespero pela vida no rosto dos sobreviventes atarantadamente buscando outros sinais de vida entre as cabeças decepadas e membros amputados. Espectáculo tão ridículo a ponto de comover-me não socorro nenhum dos meus irmãos de sofrimento não tenho tempo um crítico de arte ao volante de um ford escort vermelho aproxima-se desarvorado da traseira do meu beatle

CRABLAND.



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"Crabland is possibly the most ridiculous concept for a video blog ever. Write your own episode idea and submit it to the guys and they’ll make it! Each episode is roughly 30-seconds, here is a taste.

THE BIRTH.



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Nasceu uma coisa nova na Rua de Baixo e eu sei mais ou menos o que é.

.



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FOTOS DE Kahn & Selesnick. SITE

.



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AS ILUSTRAÇÕES ARQUITECTÓNICAS DE Mattias Ink BLOG

?



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É impressão minha ou o Cinecartaz anda a ficar um bocado cor-de-rosa? Hum.
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OS VOYEURS.