"HOJE SINTO-ME ASSIM:"*



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!

de richard avedon

&

!
de andré kertesz



* de Sabrina.

.



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GARRY WINOGRAND

Ó ITALIANO DE MERDA, ANOTA AÍ:



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Pode ser interessante... Eventualmente. 

IT'S NOT WHERE YOU TAKE THINGS FROM.



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BAD KIDS, ALL MY FRIENDS ARE BAD KIDS.



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Tal como previamente anunciado ...

 
BAD KIDS. 
Dezembro de 2008. 
As Quase-Polaroids duma Escola Perto De Mim.


À DIANA, À MENINA CUJO NOME NÃO ME LEMBRO POR MAIS QUE ME MEXA E REMEXA, AO MANEL, AO GONÇALO, AO CHICO, À SANDRITA DOS MACACOS, À RAFAELA GRANDE E TAMBÉM À PEQUENA, AO CEDRICO, À LILIANA SUNSHINE, À BÁRBARA, AO RUI, AO CLÁUDIO, AO TRAVESSO LEONEL, AO DINIS, AO TOMÁS, AO LINO TOMÁS, AO TERRÍVEL JOÃO DAS SUÉCIAS, AO PEQUENO E SANTO JOÃO, A TODOS OS SUPLEMENTOS VITAMÍNICOS, BOLLY E CHIPICAOS, A TODOS OS UM BONGOS, A TODOS OS QUE ME ESCAPARAM AOS DISPAROS POSSÍVEIS.
 



ESTE É O MEU FERRARI NOVO.



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A ATENUANTE. 

Ele era um gajo convencido, com um ego do tamanho do mundo. Mas vinha de uma família humilde. Gonçalo Mira

É só para lembrar que se quiserem podem não ver a entrevista da Judite Sousa ao Cristiano Ronaldo, em directo da sua casa em Manchester, e no entanto continuarem a sentir-se patriotas. Mas olhem que o meu pai costuma dizer 'Esta loira é mesmo lixada!'. E é verdade. É que além de loira, lixada e jornalista, não é o Daniel Oliveira.

THE BIRTH.



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Nasceu uma coisa nova na Rua de Baixo e eu sei mais ou menos o que é.

SLOW DOWN LADY.



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ESTE BLOG ESTÁ OFICIALMENTE EM LUME-BRANDO.  

A MEIO-VAPOR.  

EM SLOW MOTION.
 

& NO CHUVEIRO TENHO OUVIDO:



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Canadianos dos Bons. Que belo álbum! Que bem conserva, o meu baú! Predisponham os ouvidos! Volume alto!

"Little Hands"  
MOTHER MOTHER



ASSUNTO: MARILYNS, GATOS & OUTROS,



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Qualquer oportunidade é boa para reforçar o facto de que não gosto, não vai, não como, não
a Marilyn. Nem sequer o Marilyn. Gosto tanto deles que até tenho impressão, assim de relance, que lhes tenho o nome mal feito e que me estou nas tintas para isso. Em relação à primeira, por sua vez génese do segundo, gostaria de dizer que não nem depois de um, dois, ou do terceiro documentário que cá há-de vir. NÃO, nem com o cu forrado a diamantes.
NEIN NO NON
Coitada dela, Olhem pra mim, a entrar em negação - o pleno exercício das suas funções. Por falar em documentários, lembrei-me que há um bom, muito bom sobre a Vieira da Silva, essa senhora e a sua parcela indivisível, Arpad Szenes, esse senhor mas grande grande senhor, que até em nome tinha que ser o melhor. Está para nascer o nome que consiga ter mais beleza concentrada em polpa que Ar-pad Sze-nes. Esse documentário tem o Cesariny, a prestar depoimentos, como lhe competia, se não fosse ele quem seria? Mas não esperem o desbocado dos pós 70, o pós-vivido, do pós-guerra. Não, não. Nessa altura era ele comedido nas palavras. Faladas. Ao público. Less words, more action. And Then: Cão que ladra não morde. E por aí fora. Esse documentário: Não é que seja bom, é que eu gosto dele. É capaz de ter passado na Cinemateca sim, diz que passa lá de tudo e o diabo. Agora, esse documentário , lembro-me eu, até tem uma qualidade de som bastante má, diga-se de passagem, e agora a passar, é que me lembrei. Esse documentário chama-se Ma Femme Chamada Bicho. Felizmente tem mais de uma hora. Deve ser de um português, de um francês que é quem liga às coisas, ou de um húngaro, não sei. Procurem praí que não me apetece e agora também me estou perfeitamente a cagar para isso. O que importa é que tem nele contidas as definições perfeitas, procuradas, o cerne [o cerne!], eu arrisco: as utopias - definidas na relação da dupla inabalável. E gatos. Gatos, que é o que se quer também. Ainda bem que há gente a sabê-lo. Eu não queria ter escrito tanto.

ABOUT BABIES.



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"I was born under unusual circumstances." 
THEY WERE.

 
Eraserhead (1977), de David Lynch.


 The Curious Case of Benjamin Button (2008), de David Fincher.

Um Brad Pitt surpreende sempre, uma Cate Blanchett nunca falha. É uma bela adaptação de um conto de F. Scott Fitzgerald. Um pouco extensa talvez, mas sem se perder em desnecessidades, penso eu.

MAD MEN.



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"MAD MEN. A term coined in the late 1950's to describe the advertising executives of Madison Avenue. They Coined it."

 Ainda antes da cereja no topo do bolo que foi o Globo de Ouro para melhor série de TV já me haviam falado dela, mas só agora tive a oportunidade e se me agravou a vontade de a ingerir. MAD MEN é para alguns a melhor a série estreada no ano passado. Do argumentista e produtor de Sopranos, retrata desta feita os publicitários da Madison Avenue na Nova Yorque da transição da década de 50 para a 60, época de deslumbramentos já esquecida do colapso de 29 e a reestabelecer um apetite consumista voraz onde a publicidade está suspeitamente implicada. É uma série povoada de fumo tabágico tão em voga por hábito, necessidade e implementação social; tão mais ao meu agrado, povoada dos belos cartazes vintage dos penteados pimpões e perna de mulher ao léu, que se foram estendendo por esses anos fora até revoluções criativas, técnicas e tipográficas no meio e outras na sociedade ditarem novas tendências; povoada de um síndrome da perfeição camufladora de que a sociedade dos Estados Unidos se veio a enraizar ao longo dos tempos; a média-alta sociedade nova-iorquina, da qual estes publicitários [tutelados por Don Draper, o mais bem sucedido] faziam parte com a sua esposa dona da casa e de batons mil e forte, mais os filhos perfeitos, dois dedos de conversa a meter a Natalie Wood; e as secretárias em horário de expediente, por sua vez companhia horizontal em pós-laboral, mais a hipocrisia e falta de espaço para escrúpulos no meio são os protagonistas. Saltar esta série é um lapso significativo. E das duas uma: OU os publicitários mudaram muito desde os anos 50 até cá OU a vida publicitária é sufocante de se viver e eu não quero.




Don Draper: What you call love was invented by guys like me to sell nylons.

Don Draper: Advertising is based on one thing, happiness. And you know what happiness is? Happiness is the smell of a new car. It's freedom from fear. It's a billboard on the side of the road that screams reassurance that whatever you are doing is okay. You are okay.

Don Draper: Let me ask you something, what do woman want? Roger Sterling: Who cares?
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OS VOYEURS.