Pois claro, Flash Gordon é que é. Cá agora grecomanias. Mas desde quando quando é que gostamos de gregos? Já não me lembro da última vez que gostasse de um heleno. Desde o Charisteas àquela ave rara de fato branco que cantou o Shake Shake Shake Amor na Eurovisão - a minha emissão preferida do ano inteiro desde que acabaram os Jogos Sem Fronteiras - que cada grego nasce mais desgraçado que o anterior (e agora ainda por cima há aquela estória da crise). 2004 foi definitivamente uma tragédia grega.
Ah pois é, e isto foi a final do Termómetro Unpluged 2010, a 30 de Janeiro, no LX Factory. Ganharam os Black Taxis, uns norte-americanos escondidos na Alemanha e um bocado engraçadotes.
A Google lançou o seu anúncio do dia dos namorados num dos intervalos televisivos mais rentáveis e concorridos de sempre, tanto para as marcas como para as emissoras de televisão: o do Super Bowl 2010, final do campeonato de futebol americano. Só para se ter uma noção, cada anúncio apresentado, não excedendo os 60 segundos, custou entre 2,5 a 3 milhões de dólares. O anúncio da Google, baptizado de "Parisian Love", embora tendo tido custos de produção baixíssimos (como, de resto, se pode comprovar pelo vídeo), assenta numa belíssima ideia acabando por se ter revelado um sucesso. Foca-se no potencial de pesquisa do motor de busca mais famoso do mundo, adaptando-o à época de S. Valentim.
O igualitarismo estende-se ao cinema das mundanalidades. O mesmo será dizer: Todos temos os nossos filmes. Varia a forma como escolhemos exibi-los; ou as razões que temos para guardá-los.
A minha biografia é evidentemente excepcional: Tive um Pai, uma Mãe, nasci numa Casa, fui à Escola da vila,depois do concelho, mudei de distrito para continuar.
Os meus contemporâneos alimentam
uma curiosidade fétida.