segunda-feira, 21 de Dezembro de 2009

Tinha de ser.

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CONSELHO AOS INEXPERIENTES

Tal como os bifes,

é sempre bom fraccionar o grande Tudo
em pequenos, nutritivos nadas:

cabem melhor na boca,

digerem-se melhor, dão melhores fezes.

A. M. Pires Cabral

in As Têmporas da Cinza, Cotovia, Lisboa, 2008.


(Quebra no sabatismo recém-anunciado para um pequeno parêntese, a anunciar isto, que tinha de ser e muito agrado me traz, embora não mais que o simples, prévio e, portanto, garantido existir do objecto causal. Passo a explicar:
"As Têmporas da Cinza" de A. M. Pires Cabral, 2008, Edições Cotovia,
arrecada o
prémio Luís Miguel Nava 2009
Aos desinteressados, perdoem-me a importunância. E agora sim, me retiro.)

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sábado, 19 de Dezembro de 2009

Aprender A Rezar Na Era da Técnica.

de Soasig Chamaillard.

[ Legenda imagem 1: Pegando nos cochichos de um arcanjo, de seu nome Gabriel, Maria inventa Jesus. Jesus, o Menino-Natal. Veio santíssima Coca-Cola que inventou o Pai-Natal. Logo, Pai-Natal a Maria quis conhecer. Fazer dela Mãe-Natal. Coca-Cola: Santíssima Aliança. Pai-Natal, Coca-Cola, Maria-Mãe: Santíssima Trindade.
Entretanto e pelo caminho, acho que perdemos o Jesus. Não sei se estão a ver.
Vá, ide lá a correr fazer o resto das compras: Santíssimo Advento.
]










E com esta me retiro. Afinal, esta estória do Natal sempre foi um bom pretexto para passar uns dias santos (e de pura misantropia, pela parte que me toca). Tenham-nos.