ASSUNTO: MARILYNS, GATOS & OUTROS,



2 COMENTÁRIO(S)
Qualquer oportunidade é boa para reforçar o facto de que não gosto, não vai, não como, não
a Marilyn. Nem sequer o Marilyn. Gosto tanto deles que até tenho impressão, assim de relance, que lhes tenho o nome mal feito e que me estou nas tintas para isso. Em relação à primeira, por sua vez génese do segundo, gostaria de dizer que não nem depois de um, dois, ou do terceiro documentário que cá há-de vir. NÃO, nem com o cu forrado a diamantes.
NEIN NO NON
Coitada dela, Olhem pra mim, a entrar em negação - o pleno exercício das suas funções. Por falar em documentários, lembrei-me que há um bom, muito bom sobre a Vieira da Silva, essa senhora e a sua parcela indivisível, Arpad Szenes, esse senhor mas grande grande senhor, que até em nome tinha que ser o melhor. Está para nascer o nome que consiga ter mais beleza concentrada em polpa que Ar-pad Sze-nes. Esse documentário tem o Cesariny, a prestar depoimentos, como lhe competia, se não fosse ele quem seria? Mas não esperem o desbocado dos pós 70, o pós-vivido, do pós-guerra. Não, não. Nessa altura era ele comedido nas palavras. Faladas. Ao público. Less words, more action. And Then: Cão que ladra não morde. E por aí fora. Esse documentário: Não é que seja bom, é que eu gosto dele. É capaz de ter passado na Cinemateca sim, diz que passa lá de tudo e o diabo. Agora, esse documentário , lembro-me eu, até tem uma qualidade de som bastante má, diga-se de passagem, e agora a passar, é que me lembrei. Esse documentário chama-se Ma Femme Chamada Bicho. Felizmente tem mais de uma hora. Deve ser de um português, de um francês que é quem liga às coisas, ou de um húngaro, não sei. Procurem praí que não me apetece e agora também me estou perfeitamente a cagar para isso. O que importa é que tem nele contidas as definições perfeitas, procuradas, o cerne [o cerne!], eu arrisco: as utopias - definidas na relação da dupla inabalável. E gatos. Gatos, que é o que se quer também. Ainda bem que há gente a sabê-lo. Eu não queria ter escrito tanto.

2 COMENTÁRIO(S):

Sabrina. at: Saturday, 24 January, 2009 said...

É do Jose Alvaro Morais, de 1976.

Tenho um prof, o Manuel Tomaz, que foi o director de som, e ainda a semana passada me falou nisso.
Continuo sem o ter visto, a ver se lho peço.

Lima Coimbra at: Saturday, 24 January, 2009 said...

Sim, é isso. Agora, restabelecida da preguicite fulminante, já fui a descobrir isso. Mas advirto novamente que o som é mau, que me lembre. LOL
;)

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